andré.santana [webdesign blog]

Archive for the ‘Tecnologia’ Category

O Skype foi lançado para dispositivos móveis, que funcionam com um sistema operacional diferente do Windows Mobile, para o qual o comunicador já possuía uma versão. O aplicativo funciona em quase 50 celulares e disponibiliza serviços de chat, chat em grupo, indicador de presença e recebimento de chamadas de usuários Skype, entre outros.

A ferramenta foi feita em Java e está em versão beta. Entretanto, o programa encontra-se incompleto, já que não disponibiliza suporte ao SkypeOut nem chamadas de Skype para Skype em outros países, exceto por Brasil – Rio de Janeiro – Dinamarca, Estônia, Finlândia, Polônia, Suécia e Reino Unido.

Essa é uma boa notícia para a empresa, que há alguns dias sofreu rumores de que seu atual proprietário, o eBay, poderia vendê-la por sua falta de retorno.

Para fazer o download do aplicativo, acesse skype.com/download/skype/mobile.

Fonte: Geek

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Salve, salve fiéis leitores, tudo bem com vocês?

Enfim, aconteceu nesta última segunda (07/04) e terça-feira (08/04) o 2º Seminário de Criação Publicitária na cidade de Natal/RN, que por sinal – pra quem não sabe – é minha cidade natal. Entenderam o trocadilho? hehehe:P

Baboseiras a parte, foi muito bom. Parabéns para a Staff de Comunicação pela iniciativa, que venham mais eventos como esse, palmas também para o Sinapro/RN, na pessoa de Arturo Arruda Câmara que apoiou o projeto, a todos os patrocinadores e também a todos que apoiaram e acreditaram no evento. Saibam que o seminário foi de um proveito imenso para todos que participaram do seminário. Vocês não tem idéia de como o horizonte de cada abriu, com o mundo de informação e referências que vocês no propocionaram. Mais uma vez parabéns, fazia tempo que eu não participava de um evento desse porte.

Palestrando para nós tivemos nada mais, nada menos do que Carlos Henrique Equi (Staff/RJ), Flávio Medeiros (Presidente do CCRJ), Álvaro Rodrigues (Agência3/RJ) e por último – mas não menos importante – Pedro Porto (Santa Clara/SP).

Sentiu o gostinho? Pois é, em setembro tem mais! =)

por André Santana

 iphone
A Apple anunciou que o iPhone terá novos recursos para reforçar sua concorrência com os populares aparelhos Blackberry, da Research in Motion. Entretanto, a empresa só vai revelar detalhes sobre o software para o aparelho no dia 6 de março.
De acordo com Tim Cook, vice-presidente de operações da Apple, a empresa está muito confiante em atingir a meta de vender 10 milhões de iPhones até o final do ano. Afinal, as ações da empresa, após queda de 30% nos três meses anteriores, recentemente subiram 3,7 por cento, com bom volume de transações, superando a alta de 3,2 por cento, para 122,96 dólares, registrada no pregão regular da Nasdaq.

Fonte: INFO Online

Entrando em um endereço na internet, você saberia dizer se é um site ou um aplicativo? Qual a diferença entre um e outro? E por que desenvolvedores de aplicativos não trabalham mais sem o auxílio de um designer?

Salvo exceção, você desenvolvedor já foi chamado por um cliente com o seguinte pedido:

“Quero que você desenvolva um aplicativo para mim, que funcione na internet, e que permita publicação, votação e comentários em artigos”.

Designers também costumam ouvir algo do tipo:

“quero que você faça um site para mim. Esse site tem que publicar artigos, permitir que os visitantes votem no melhor e também façam comentários”.

Tendo em vista o que seu cliente pede, você que é desenvolvedor, entrega um site ou um aplicativo?

Responda rápido, se for capaz. Identifique nas 10 alternativas abaixo, quais são sites e quais são aplicativos:

Se você respondeu que os dez são sites, ganhou nota 5. Se você respondeu que os dez são aplicativos, também ganhou nota 5. Mas se você respondeu que os dez são um misto de site e aplicativo, ganhou nota 10.

É isso mesmo. A diferença entre um e outro está cada vez menor e os conceitos estão mais confusos, mas vamos tentar esclarecer um pouco. Com o surgimento da web 2.0, então, o abismo de antes virou uma valeta rasa. Para encurtar o assunto, praticamente todos os sites que usamos hoje têm, por trás, aplicativos que o fazem funcionar.

Vamos tomar como exemplo um prato self-service da internet: um blog. Quando falamos em “criar um blog”, estamos usando vários programas que recebem o que você escreveu, gravam os dados no banco de dados, mostram em ordem descrescente de postagem, filtram por categorias, etc.

Concorda que são programas? E concorda também que um conjunto de programas forma um aplicativo (ou sistema, no jargão da minha época)?

Quando você instala um plugin num blog, você está inserindo um novo programa ao aplicativo já existente, não é mesmo? A questão é que isso tudo melhorou tanto, que esses detalhes técnicos passam despercebidos por nós, a maioria do tempo. Mas continua sendo um conjunto de programas (um aplicativo).

Então vem a pergunta: é um site ou um aplicativo?

A diferença está no que o visitante do site (que usa o aplicativo) percebe e o que o seu cliente (que paga pelo site) determina. O ideal é que o visitante do site (que usa o aplicativo) tenha a sensação de estar usando um site e que seu cliente (que paga pelo site) tenha a oportunidade de definir todas as regras do aplicativo; por mais óbvias que sejam.

Não entendeu direito? Vamos analisar as duas visões aparentemente antagônicas.

Se você lançar um aplicativo na internet, provavelmente ninguém vai querer usá-lo. Aplicativos são conhecidos por serem complicados, precisarem de manual e treinamento. Ou ambos. Cada aplicativo tem um visual diferente. Já um site é outra coisa. Bem melhor! A simples possibilidade de usar um serviço baseado no browser dispensa até treinamento. Quer um exemplo? As suites online de escritório: Google Documents, Editgrid, Zoho, etc. Você precisou de treinamento para usar esses sites (aplicativos)?

Para uma empresa, que vantagem, hein! Além do gerenciamento centralizado, temos uma interface comum que qualquer pessoa está acostumada a ver num webmail, grupo de discussão ou portal de notícias. Isso é ter a sensação de usar um site. O que fala mais alto aqui é o lado psicológico de quem usa.

Por outro lado, toda essa simplicidade aparente não descarta a necessidade de regras, validações, projeto de banco de dados, segurança, log de erros, etc. Isso tudo faz parte do projeto de um aplicativo, certo?

Então, vem novamente a pergunta: é um site ou um aplicativo?

Você, como desenvolvedor, continua fazendo programas que recebem dados, faz a validação dos campos, grava ou busca informações numa base de dados e entrega uma resposta. Igualzinho como fazia em aplicações desktop ou centralizadas. O que mudou foi a forma de apresentar o resultado ao visitante (que usa o aplicativo).

Por esse motivo é que nós, que somos desenvolvedores de aplicativos, não conseguimos mais trabalhar sozinhos sem um designer para dar aquele visual de site ao nosso aplicativo.

Ou, como diriam os designers, não seria possível entregar o site sem o programador para inserir todas as regras de funcionamento e processamento dele. Um não vive mais sem o outro.

E é muito bom que seja assim. Esse é o motivo da enxurrada de frameworks e técnicas para separar a lógica de negócio da apresentação dos dados. Como podemos dizer no popular, “cada macaco no seu galho”.

Portanto, para o visitante (que usa o aplicativo), deixe o designer apresentar um site. Ele se sentirá bastante à vontade. Afinal, um site é fácil de usar e bonito de se ver.

Mas para o cliente que pediu o site (e que paga pelo seu serviço) desenvolva um aplicativo. É esse cliente quem vai definir aquele monte de regras, que perfil de usuário pode fazer o quê, qual a política de segurança, qual a complexidade das interações, aprovar seu modelo de informações, pagar pelo seu serviço, etc.

Tenho certeza que ambos ficarão felizes com a simplicidade do site e o controle do aplicativo. Cada qual com seu pedaço. E você, com um bom case em seu portifólio.

por Vinicius Assef

Termos, siglas e códigos tornam-se cada vez mais comuns em mensagens de texto pelo celular. Mas você conhece e sabe usá-las? A Peopleway Tecnologia criou um Glossário para auxiliar o usuário.

Pesquisas revelam que em 2008 cerca de 2,3 trilhões de mensagens de texto serão enviadas em todo o mundo. Com isso, a linguagem utilizada no celular cresce na mesma proporção e ganha cada vez mais termos próprios como siglas, códigos e expressões que às vezes confundem o consumidor no momento em que vai utilizar o recurso de envio de mensagens pelo aparelho.Segundo a Gartner Group, empresa de consultoria em tecnologia, cerca de 2,3 trilhões de mensagens de texto serão enviadas em todo o mundo em 2008. O estudo publicado recentemente supera as expectativas que havia calculado esta quantidade só em 2010.Esse aumento na popularidade de mensagens de texto em celulares, faz com que as pessoas interajam cada vez mais com a tecnologia móvel. Mas lidar, com tantas expressões como SMS, Bluetooth, Torpedo entre outras, é um mistério para muitos.

Segundo, Rodrigo Braga, Diretor Comercial da Peopleway, empresa de mobile marketing, é grande o número de pessoas familiarizadas com a linguagem, porém existem muitas dúvidas ainda. “Já vi usuários deixarem de participar de campanhas promocionais pelo celular por desconhecerem a linguagem ou confundirem alguns termos. É importante conhecer todos e integrar-se nesse poderoso meio de comunicação que é o celular”, diz.

Para Rodrigo, este crescimento exacerbado de envio de mensagens de texto se deve a necessidade de uma comunicação rápida, eficaz e interativa. “O mercado móvel está aquecido e cresce aceleradamente. As pessoas criaram consciência para esta tendência que se caracteriza como grande oportunidade de otimizar tempo, criar oportunidades e rentabilizar negócios”, conclui o Diretor da Peopleway.

por Redação iMasters

 

vetor_01

Este site é para quem não quer mais perder tempo com vetorização.

Basta apenas acessar e fazer o upload da imagem a ser vetorizada que o sistema faz todo o trabalho duro para você.

É ótimo para quem quer fazer vetores simples, mas com boa qualidade. Comentem.

Segue o link do site:

http://vectormagic.stanford.edu/

por André Santana

girl-red-web

Como tudo evolui, e sobrevive quem tem mais capacidade para resistir às intempéries, de acordo com Charles Darwin, com a Internet não seria diferente. A Web 2.0 trouxe muitos ganhos à navegação, por meio da interatividade e da questão da comunidade, e já avançamos as discussões para Web 3.0. Dessa forma, aquele conceito de aldeia global, que ouvimos há vários anos, realmente tornou-se realidade. As comunidades proliferam e o usuário agora é o provedor do conteúdo, o que garante uma disseminação muito grande do conhecimento.

A Web 2.0 pode ser considerada como a segunda onda dos serviços on-line. Existem muitas tentativas de definir este conceito, mas essa questão do conteúdo colaborativo gerado pelos usuários é algo ímpar. Além disso, o serviço “Always beta”, em constante melhoria, permite a disponibilização de APIs (Application Programming Interface) públicas para que os usuários possam fazer mashups destes serviços em seus sites e blogs.

Um paralelo muito claro entre os momentos Web 1.0 e Web 2.0 pode ser feito da seguinte forma:

Web 1.0 Web 2.0
Usuários liam o conteúdo Usuários produzem este conteúdo
As companhias eram o foco A comunidade é o foco
Cliente-servidor Arquitetura peer to peer
HTML AJAX e XML
Home pages Blogs
Texto Vídeo e podcast
Acesso dial up Acesso via banda larga
Informação Opinião

É claro que essa evolução teve vários fatores decisivos, como o crescimento dos usuários de banda larga no mundo, segundo definição de Tim O´Reilly, CEO da O´Reilly Media. Mas ainda existem alguns gargalos, como o baixo acesso à Internet no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet No Brasil, que indica que a Internet está em menos de 20% dos lares no País e metade dos brasileiros nunca ligou um PC.

Mesmo assim, as perspectivas são muito otimistas, pois o interesse do usuário por produzir um conteúdo e compartilha-lo com seus amigos, ou seja, criar uma comunidade com interesses afins, é o maior charme da Web 2.0. Na evolução, surgem os aplicativos móveis na Web 2.0, por meio dos quais a comunidade cria o conteúdo adicionando imagens e textos para que os outros usuários tenham acesso.

A Internet tende a melhorar cada vez mais para oferecer serviços de extrema relevância e exclusivos para cada usuário. Conhecer melhor o perfil de buscas dos usuários e das pessoas com quem se relacionam são condições primordiais para as empresas que aderiram a esta tendência. Assim, é possível traçar com mais precisão os principais interesses dos usuários. O Apontador já tem feito isso por meio de serviços gratuitos, pois a empresa acredita que a Internet deve ser para todos. Assim, pessoas se aproximarão e terão informações e promoções de acordo com seus interesses. Estamos “apontando” o caminho para um novo futuro, a Web 3.0.

por Rafael Siqueira


Seja Bem-Vindo!

@andrehsantana

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