andré.santana [webdesign blog]

Archive for the ‘People’ Category

Manter em sua empresa uma boa equipe de profissionais eficientes e motivados não é muito diferente do que fazem os clubes de futebol – para exigir amor à camisa ofereça alguns benefícios em troca.

Não é novidade que a rotatividade dos profissionais de internet é alta. E qual seria o real motivo deste vai-e-vem do mercado? O aspecto financeiro motiva a saída de um profissional. O ambiente da alta rotatividade dentro da empresa também, o que não é novidade. A grande questão é como reduzir o êxodo em massa da sua empresa ou até praticamente zerar este fenômeno.

Com o mercado aquecido, as propostas de contratação aparecem para os bons profissionais e poucos fatores podem fazer um profissional desistir da sua saída. Isso mesmo, desistir, pois sabemos que o mercado funciona na maioria das vezes desta forma: antes de comunicar a saída, o profissional comunica a proposta recebida para, possivelmente, receber uma contra-proposta ainda mais motivadora.

Não vejo isto como algo ruim. Mostra muitas vezes que você tem do seu lado um bom profissional que outras empresas gostariam de somar em suas equipes. É um mundo muito parecido com o do futebol e a semelhança aumenta diante da ida de muitos bons profissionais brasileiros para outros países.

É claro que a comparação tem as suas particularidades, mesmo porque as cifras também são bem diferentes. Mas, assim como no futebol, é clara a necessidade de se formar bons times e não apenas equipes.

É muito importante buscar profissionais criativos, outros com um perfil de análise para colocar o projeto no chão e alertar os criativos na hora certa, um capitão para liderar e motivar internamente a equipe e chamar a responsabilidade e, claro, um bom técnico, com habilidade e desenvoltura para propor inovações e se comunicar com os clientes nos momentos bons e ruins de um projeto.

Parece brincadeira, porém no fundo os times bem sucedidos têm essa fórmula nada mágica, mas realista.

Um bom time precisa estar bem entrosado. Os profissionais devem estar em sintonia, ter um espírito empreendedor, conseguir enxergar além do óbvio, ou, em muitos casos, enxergar pelo menos o óbvio, coisa que não acontece em muitas equipes.

Os times devem ser formados por profissionais com raça, brilho nos olhos, concentrados, que não olham o dia todo para o relógio contando as horas para o dia acabar. Um bom time cria um vínculo de amizade e as difíceis horas extra tornam-se descontraídas e produtivas. Os profissionais que formam bons times sabem a hora de cobrir o outro e carregar responsabilidades que nem sempre são deles. O velho ditado de “uma mão lava a outra” é comum em bons times.

Além disso, duas palavras são muito importantes para se formar bons times: liberdade e liberdade. O profissional tem que sentir que a empresa é parte da equipe, que sabe cobrí-lo quando necessário, até como forma de reconhecimento das vezes em que ele segura “rojões” para a empresa.

Com bons profissionais, que trabalham em sintonia dentro de um time e falam a mesma língua da empresa, a liberdade tende a somar para a produtividade, criatividade e uma duradoura relação entre o profissional e a empresa.

Outro ponto importante é o reconhecimento financeiro, com bônus e reajustes salariais antes das inesperadas e indesejadas propostas, para antecipar aquele momento em que o profissional pede uma conversa reservada, onde nem sempre sabe como justificar o que deseja. Não descuidar deste aspecto pode deixar a empresa na frente na corrida pelo bom profissional.

Estes fatores podem contribuir muito para, ao menos, minimizar a rotatividade dos seus times de trabalho. A combinação destes fatores insere o profissional em um ambiente prazeiroso para desenvolver um bom trabalho, que passa a pensar e a pesar se é mesmo uma boa escolha quebrar sua rotina em um bom ambiente para arriscar algo novo.

Não é uma tarefa fácil para o líder formar um bom time, quando muitos dos bons profissionais já estão em bons times. É como garimpar: demora muito encontrar os profissionais que irão compor o seu time de sucesso. É uma tarefa que não tem fim, mas muito compensadora quando se consegue montar um excelente time.

Por Rafael Cichini

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O Skype foi lançado para dispositivos móveis, que funcionam com um sistema operacional diferente do Windows Mobile, para o qual o comunicador já possuía uma versão. O aplicativo funciona em quase 50 celulares e disponibiliza serviços de chat, chat em grupo, indicador de presença e recebimento de chamadas de usuários Skype, entre outros.

A ferramenta foi feita em Java e está em versão beta. Entretanto, o programa encontra-se incompleto, já que não disponibiliza suporte ao SkypeOut nem chamadas de Skype para Skype em outros países, exceto por Brasil – Rio de Janeiro – Dinamarca, Estônia, Finlândia, Polônia, Suécia e Reino Unido.

Essa é uma boa notícia para a empresa, que há alguns dias sofreu rumores de que seu atual proprietário, o eBay, poderia vendê-la por sua falta de retorno.

Para fazer o download do aplicativo, acesse skype.com/download/skype/mobile.

Fonte: Geek

via Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

Salve, salve fiéis leitores, tudo bem com vocês?

Enfim, aconteceu nesta última segunda (07/04) e terça-feira (08/04) o 2º Seminário de Criação Publicitária na cidade de Natal/RN, que por sinal – pra quem não sabe – é minha cidade natal. Entenderam o trocadilho? hehehe:P

Baboseiras a parte, foi muito bom. Parabéns para a Staff de Comunicação pela iniciativa, que venham mais eventos como esse, palmas também para o Sinapro/RN, na pessoa de Arturo Arruda Câmara que apoiou o projeto, a todos os patrocinadores e também a todos que apoiaram e acreditaram no evento. Saibam que o seminário foi de um proveito imenso para todos que participaram do seminário. Vocês não tem idéia de como o horizonte de cada abriu, com o mundo de informação e referências que vocês no propocionaram. Mais uma vez parabéns, fazia tempo que eu não participava de um evento desse porte.

Palestrando para nós tivemos nada mais, nada menos do que Carlos Henrique Equi (Staff/RJ), Flávio Medeiros (Presidente do CCRJ), Álvaro Rodrigues (Agência3/RJ) e por último – mas não menos importante – Pedro Porto (Santa Clara/SP).

Sentiu o gostinho? Pois é, em setembro tem mais! =)

por André Santana

Para o design ter sucesso, ele deve primeiro atender as necessidades básicas das pessoas – antes de tentar satisfazer necessidades de níveis mais altos.

E quais seriam estas necessidades? Para chegar aos cinco elementos chave na hierarquia das necessidades no design, vamos seguir o padrão de Maslow:

maslow

Necessidades humanas segundo Maslow

1. Fisiológicas
2. Segurança
3. Relacionamento
4. Estima/Status
5. Realização pessoal

Necessidades do Design

1. Funcionalidade
2. Confiabilidade
3. Usabilidade
4. Proficiência
5. Criatividade

Funcionalidade

Fisiologia: significa atender os requisitos mais básicos do design. Exemplo: um aparelho de DVD deve, pelo menos, ser capaz de gravar e reproduzir vídeos.

Valor agregado pelo design é muito baixo.

Estabilidade

Segurança: significa estabelecer uma performance estável e consistente. Exemplo: um aparelho de DVD deve reproduzir vídeos com qualidade e o mecanismo (software/hardware) não deve apresentar defeitos.

Valor agregado pelo design é baixo.

Usabilidade

Relacionamento: significa disponibilizar uma interface simples, fácil de ser usada e que perdoe erros do usuário. Exemplo: programar um aparelho de DVD para começar a gravar um filme a uma determinada hora deve ser fácil e o sistema deve ser tolerante em relação a erros cometidos pelo usuário.

Valor agregado pelo design é moderado.

Proficiência

Estima: significa disponibilizar recursos para melhorar o modo como os usuários fazem as coisas. Exemplo: um aparelho de DVD que consiga pesquisar e gravar programas baseado em palavras chave escolhidas pelo usuário.

Valor agregado pelo design é alto.

Criatividade

Realização pessoal: é o nível na hierarquia onde todas as necessidades foram atendidas e onde as pessoas começam a interagir com o design de formas inovadoras. O design passa a ser usado para criar e explorar áreas que estendam a experiência do usuário.

Valor agregado pelo design é muito alto.

De acordo com a teoria de Maslow, as necessidades fisiológicas, as necessidades de segurança e algumas das necessidades sociais (funcionalidade, confiabilidade e usabilidade se aplicado ao design) são fatores de desmotivação. A teoria diz que a satisfação destas necessidades é básica; já a ausência da satisfação destas necessidades não motiva ninguém, pelo contrário, desmotiva.

Já as necessidades sociais, as necessidades de “status” e de estima e as necessidades de auto-realização são fortes fatores motivacionais. Ou seja, se não forem atendidas, as pessoas procuram fazer com que sejam satisfeitas; as pessoas são motivadas a alcançar a satisfação destas necessidades.

Quando se fala em design agregando valor a algum produto, serviço ou interface é preciso ter a clareza que ele terá o efeito desejado quando passar a atender os níveis mais altos da pirâmide (proficiência e criatividade).

Mas até chegar a estes níveis, os primeiros devem necessariamente ser atendidos.

por Marcos Nähr

Trabalho do brazuka Ícaro Doria para a Revista portuguesa Grande Reportagem. Uma releitura do significado das bandeiras em paralelo com fatos conhecidos dos países.

Campanha Bandeiras

Agência : FCB Portugal
Producto: Revista Grande Reportagem
Anunciante: Revista Grande Reportagem
Director Creativo: Luis Silva Dias
Redactor: Icaro Doria

Director de Arte: João Roque
Executivo de Contas: Andrea Vallenti
Ilustrador: João Roque

brazil-flageu-flagusa-flag

surrupiado de //DesignFlakes

Designer

“Muitos clientes preferem poupar a diferença entre contratar um designer competente e um operador de software para criar gráficos e ilustrações. Em muitos casos é uma decisão errada.”

Nos últimos meses ouvi questionamentos sobre o motivo pelo qual deveria ser contratado um designer. Para nossos ouvidos é uma pergunta que parece já ter vinda ao mundo respondida e justificada.

Não existe esta dúvida para quem já conhece o poder de um bom projeto de design. Mas não é bem assim fora da nossa estilosa redoma de cristal colorido.

Para todos os outros, é comum a confusão entre designer e alguém que sabe operar softwares gráficos. Os computadores estão aí, para quem quiser experimentar, assim como os lápis de cor, as tintas, os grafites. Ferramentas que se vestem do repertório de quem as opera.

Esta é a hora de exercitar alguns fundamentos do design. Desmembrar esta resposta é tarefa do designer que sabe muito bem o que é capaz de fazer.
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Seja Bem-Vindo!

@andrehsantana

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