andré.santana [webdesign blog]

Archive for the ‘Gerência’ Category

Post muito legal, vale a pena ver. Via Stuff That Happens

Ouch!

simplicity

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=)

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Entrando em um endereço na internet, você saberia dizer se é um site ou um aplicativo? Qual a diferença entre um e outro? E por que desenvolvedores de aplicativos não trabalham mais sem o auxílio de um designer?

Salvo exceção, você desenvolvedor já foi chamado por um cliente com o seguinte pedido:

“Quero que você desenvolva um aplicativo para mim, que funcione na internet, e que permita publicação, votação e comentários em artigos”.

Designers também costumam ouvir algo do tipo:

“quero que você faça um site para mim. Esse site tem que publicar artigos, permitir que os visitantes votem no melhor e também façam comentários”.

Tendo em vista o que seu cliente pede, você que é desenvolvedor, entrega um site ou um aplicativo?

Responda rápido, se for capaz. Identifique nas 10 alternativas abaixo, quais são sites e quais são aplicativos:

Se você respondeu que os dez são sites, ganhou nota 5. Se você respondeu que os dez são aplicativos, também ganhou nota 5. Mas se você respondeu que os dez são um misto de site e aplicativo, ganhou nota 10.

É isso mesmo. A diferença entre um e outro está cada vez menor e os conceitos estão mais confusos, mas vamos tentar esclarecer um pouco. Com o surgimento da web 2.0, então, o abismo de antes virou uma valeta rasa. Para encurtar o assunto, praticamente todos os sites que usamos hoje têm, por trás, aplicativos que o fazem funcionar.

Vamos tomar como exemplo um prato self-service da internet: um blog. Quando falamos em “criar um blog”, estamos usando vários programas que recebem o que você escreveu, gravam os dados no banco de dados, mostram em ordem descrescente de postagem, filtram por categorias, etc.

Concorda que são programas? E concorda também que um conjunto de programas forma um aplicativo (ou sistema, no jargão da minha época)?

Quando você instala um plugin num blog, você está inserindo um novo programa ao aplicativo já existente, não é mesmo? A questão é que isso tudo melhorou tanto, que esses detalhes técnicos passam despercebidos por nós, a maioria do tempo. Mas continua sendo um conjunto de programas (um aplicativo).

Então vem a pergunta: é um site ou um aplicativo?

A diferença está no que o visitante do site (que usa o aplicativo) percebe e o que o seu cliente (que paga pelo site) determina. O ideal é que o visitante do site (que usa o aplicativo) tenha a sensação de estar usando um site e que seu cliente (que paga pelo site) tenha a oportunidade de definir todas as regras do aplicativo; por mais óbvias que sejam.

Não entendeu direito? Vamos analisar as duas visões aparentemente antagônicas.

Se você lançar um aplicativo na internet, provavelmente ninguém vai querer usá-lo. Aplicativos são conhecidos por serem complicados, precisarem de manual e treinamento. Ou ambos. Cada aplicativo tem um visual diferente. Já um site é outra coisa. Bem melhor! A simples possibilidade de usar um serviço baseado no browser dispensa até treinamento. Quer um exemplo? As suites online de escritório: Google Documents, Editgrid, Zoho, etc. Você precisou de treinamento para usar esses sites (aplicativos)?

Para uma empresa, que vantagem, hein! Além do gerenciamento centralizado, temos uma interface comum que qualquer pessoa está acostumada a ver num webmail, grupo de discussão ou portal de notícias. Isso é ter a sensação de usar um site. O que fala mais alto aqui é o lado psicológico de quem usa.

Por outro lado, toda essa simplicidade aparente não descarta a necessidade de regras, validações, projeto de banco de dados, segurança, log de erros, etc. Isso tudo faz parte do projeto de um aplicativo, certo?

Então, vem novamente a pergunta: é um site ou um aplicativo?

Você, como desenvolvedor, continua fazendo programas que recebem dados, faz a validação dos campos, grava ou busca informações numa base de dados e entrega uma resposta. Igualzinho como fazia em aplicações desktop ou centralizadas. O que mudou foi a forma de apresentar o resultado ao visitante (que usa o aplicativo).

Por esse motivo é que nós, que somos desenvolvedores de aplicativos, não conseguimos mais trabalhar sozinhos sem um designer para dar aquele visual de site ao nosso aplicativo.

Ou, como diriam os designers, não seria possível entregar o site sem o programador para inserir todas as regras de funcionamento e processamento dele. Um não vive mais sem o outro.

E é muito bom que seja assim. Esse é o motivo da enxurrada de frameworks e técnicas para separar a lógica de negócio da apresentação dos dados. Como podemos dizer no popular, “cada macaco no seu galho”.

Portanto, para o visitante (que usa o aplicativo), deixe o designer apresentar um site. Ele se sentirá bastante à vontade. Afinal, um site é fácil de usar e bonito de se ver.

Mas para o cliente que pediu o site (e que paga pelo seu serviço) desenvolva um aplicativo. É esse cliente quem vai definir aquele monte de regras, que perfil de usuário pode fazer o quê, qual a política de segurança, qual a complexidade das interações, aprovar seu modelo de informações, pagar pelo seu serviço, etc.

Tenho certeza que ambos ficarão felizes com a simplicidade do site e o controle do aplicativo. Cada qual com seu pedaço. E você, com um bom case em seu portifólio.

por Vinicius Assef

mala-dinheiro

Definir o preço de um projeto gráfico, para web, muitas vezes é o passo mais difícil na montagem de uma proposta comercial.

Neste artigo, espero esclarecer algumas dúvidas apresentando uma metodologia de cálculo de honorários a partir dos custos dos serviços.

Em virtude da profissão “designer” não ser regulamentada no Brasil, não existem diretrizes oficiais que determinam preços e pisos salariais.

Entretanto, existem associações profissionais como a ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) que estipula parâmetros de valores para horas técnicas de trabalho (homem/hora ou h/h) e para serviços gráficos em geral.

A primeira coisa que devemos saber quando pensamos em um orçamento, é que existem dois tipos de custo, o custo direto e o custo indireto.

Custo Direto

É resultante do valor da mão-de-obra somado a outros custos diretos, ou seja, outros custos relacionados diretamente ao projeto específico (impressões, fotografias, transporte, materiais de escritório consumidos, programação…)

A mão-de-obra é resultante do total de horas de trabalho no projeto multiplicado pelo valor do homem/hora.mão-de-obra = horas de trabalho x valor do homem/hora

Para calcular o h/h, primeiro devo ter em mente qual a remuneração mensal do profissional e dividí-la por 175, que corresponde a quantidade de horas trabalhadas no mês (considerando que o profissional trabalhe nos 5 dias úteis da semana, 8 horas por dia) ou devo ter um valor fixo previamente estipulado por hora.

1 h/h = salário mensal / 175

Com a soma do valor total da mão-de-obra do(s) profissional(ais) (MdO) e dos outros custos diretos(O), temos o valor do custo direto (CD)

CD = MdO + O

Custo Indireto

São os custos que não estão diretamente relacionados com o serviço, mas são indispensáveis para a manutenção, infra-estrutura e divulgação do escritório.

O cálculo parte de um índice de custos indiretos (ii) no qual deve ser considerado o total de custos indiretos (CI) divididos pelo total de custos com a mão-de-obra (MdO). Índice de custos indiretos baixos é sinônimo de eficácia e produtividade e aumentam a competitividade. O ideal é que o ii não ultrapasse 0,5, ou seja, 50%.ii = CI / MdO ~= 0,5

Para calcular o custo indireto do projeto, devemos multiplicar o índice de custos indiretos pelo total da mão-de-obra.

CI = ii x MdO

Lucro

Lucro (L) é uma porcentagem aplicada sobre o total de custos. Para calcular o total de custos (C), devemos somar o custo direto (CD) ao custo indireto (CI).

C = CD + CI

Com a definição do valor do custo, multiplicamos por uma determinada porcentagem (X %) para obter o valor do lucro.

L = C x X%

Preço Parcial

Com a soma do custo indireto (CI) ao custo direto (CD) com o lucro (L), temos o preço parcial (PP) que ainda deve ser acrescido de impostos.

PP = (CI + CD) + L

mpostos

Os impostos a serem incluídos no valor final do projeto, variam de acordo com a situação legal de cada profissional.

Se o profissional for autônomo, temos o ISS (em SP de 5%) e o INSS (11% do pró-labore e o contratante deve pagar mais 20% do valor). Se for Pessoa Jurídica do tipo Ltda., temos o ISS, PIS, COFINS, IRPJ e o CSLL (juntos totalizam aproximadamente 17,33%) e o INSS (11% do pró-labore). Se for Pessoa Jurídica do tipo ME, temos o SIMPLES FEDERAL (a partir de 5,5%) e o INSS (11% do pró-labore).

Preço Final

É o preço a ser apresentado para o cliente (P). É a soma do preço parcial (PP) e dos impostos.

P = PP + Impostos

por Marcos Paes de Barros

Designer

“Muitos clientes preferem poupar a diferença entre contratar um designer competente e um operador de software para criar gráficos e ilustrações. Em muitos casos é uma decisão errada.”

Nos últimos meses ouvi questionamentos sobre o motivo pelo qual deveria ser contratado um designer. Para nossos ouvidos é uma pergunta que parece já ter vinda ao mundo respondida e justificada.

Não existe esta dúvida para quem já conhece o poder de um bom projeto de design. Mas não é bem assim fora da nossa estilosa redoma de cristal colorido.

Para todos os outros, é comum a confusão entre designer e alguém que sabe operar softwares gráficos. Os computadores estão aí, para quem quiser experimentar, assim como os lápis de cor, as tintas, os grafites. Ferramentas que se vestem do repertório de quem as opera.

Esta é a hora de exercitar alguns fundamentos do design. Desmembrar esta resposta é tarefa do designer que sabe muito bem o que é capaz de fazer.
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wowen-using-laptop

Você conhece aquele velho chavão do mundo dos negócios: contra fatos, não há argumentos. E para você, absorto em estratégias de marketing digital, “fatos” significam números positivos, que justifiquem os investimentos em seu website. Nada mais justificável, portanto, que você reserve grande parte de suas energias e capacidade de trabalho para obter métricas realmente significativas para seu negócio, ou então preparar uma otimização de seu site para que ele sempre fique nas primeiras posições dos buscadores.

Mas, cuidado: às vezes você pode se esquecer do seu usuário, de tão ocupado que está em tornar seu website um eficaz gerador de negócios. O equilíbrio é importante nestes casos, e veja como conseguir isto com estas dicas:

Não coloque a otimização acima do marketing.

Claro que seu objetivo maior é levar a maior quantidade possível de pessoas até seu website, mas, por favor, certifique-se que a escolha das palavras chave e as estratégias de otimização não façam com que sua mensagem chegue ao usuário de forma confusa, desfocada ou difícil de compreender. Não faça com que pessoas que não tenham interesse no que você tem para oferecer acreditem que sua empresa as esteja fazendo perder tempo – elas ficam contrariadas e tendem a demonstrar essa contrariedade ao maior número possível de pessoas.
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marketing

A utilização de estratégias de marketing eletrônico vem sendo amplamente utilizada por profissionais de todos os países. Entretanto, o desenho do website de uma empresa é fator-chave de sucesso desta estratégia.

Todo o profissional de marketing que desenvolve estratégias e ações de marketing no ambiente virtual precisa estar ciente sobre os principais aspectos que devem fazer parte do planejamento de marketing eletrônico de uma organização. O correto desenvolvimento de tal planejamento, é diretamente proporcional ao sucesso da estratégia adotada.

Diversos autores divergem sobre as principais características de um processo de planejamento de marketing eletrônico. Entretanto, todos compreendem as bases que permeiam este cenário. Pode-se citar sete como principais fatores influentes no marketing eletrônico atual:

O conteúdo é imperativo:

A faceta mais importante de uma página na web é o seu conteúdo. Ao planejar um website, deve-se ter em mente de que tudo o que contiver da página deverá ser minuciosamente selecionado a fim de oferecer aos clientes atuais e potencias, informações relevantes e que tornem a sua vivência no site única e significativa.

O poder do meio eletrônico:

Dentro de uma perspectiva conceitual, é fundamental que todos os colaboradores de uma empresa entendam o real significado deste canal de interação para o sucesso do negócio. Um website pode causar impactos extremamente positivos caso seu gerenciamento seja eficaz, mas pode levar à empresa à ruína caso não tenha um planejamento e controle apropriado. No cenário atual, as estratégias de marketing eletrônico podem trazer resultados instantâneos, visto o potencial do ambiente virtual.

Preceito para um design corporativo:

O design de uma empresa na web deve ser único e diferenciado. Todas as ferramentas utilizadas dentro desta mídia devem conter design padronizado. Para criar um nível de significância maior para o usuário, o website deve transmitir diversas regras de design da empresa como identidade visual, linha de comunicação, dentre outros fatores que evidenciam a existência da empresa. Este design denominado “corporativo” é base para se realizar qualquer ação de comunicação na Internet.

Feedback:

Toda página na Internet deve contemplar possibilidades para que seus internautas dêem feedbacks (respostas providas a partir de um certo estímulo). Estas respostas irão ajudar os administradores do site a contornar fragilidades da ferramenta e a terem uma visão mais ampla sobre a página. Este retorno por parte dos “clientes” é fundamental para os profissionais de marketing eletrônico, uma vez que permite com que tenham respostas individualizadas por parte dos clientes quanto a situações e vivência experimentadas no ambiente virtual.

Perguntas mais freqüentes (FAQs):

Outro fator importante que deve ser considerado ao desenvolver um website é uma seção com as perguntas mais freqüentes (FAQs – Frequently Answers and Questions). A seção de FAQs é estruturada a fim de disponibilizar aos internautas, terem respostas perante as maiores dúvidas dos clientes a respeito da empresa e de seus produtos e serviços.

Tamanho do arquivo:

Todo gestor de website deve construir uma página corporativa baseado na máxima de que o tamanho dos arquivos inseridos em uma website pode ser fatal para o sucesso do negócio virtual. Um site muito pesado, certamente pode ser um empecilho para usuários com banda de Internet mais lentas. Por isso, é recomendável que não se utilize arquivos muito pesados, como vídeos e animações.

Ajuda para navegação:

Todo site deve partir do pressuposto de que precisa fazer de tudo para que aos navegadores tenham o máximo de facilidade na navegação do site. A interface da página deve ser clara e de fácil utilização.

Tendo compreendido as premissas básicas para a condução no desenvolvimento e gerenciamento de websites, é fundamental que todo o profissional de marketing responsável pelas estratégias no ambiente eletrônico de sua empresa, busque constantemente inovações para serem aplicadas no instrumento virtual. Estas “diferenciações” certamente conduzirão a empresa por caminhos ainda não trilhados e, possivelmente, trarão resultados positivamente significativos.

por Felipe Ramos

aperto

O I Ching, antiga sabedoria chinesa, ensina que: mudanças sempre ocorrem, em diferentes ângulos e contextos, com pequenos ou grandes impactos; mudanças são simples de acontecer e não há uma condição prévia para saber se elas irão ou não se realizar; mudanças são inevitáveis e estão na essência do universo.

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@andrehsantana

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