andré.santana [webdesign blog]

Leitura – Simplificando

Posted on: 11 maio, 2007

Em comparativo aos textos, as imagens podem não ser tão objetivas, além de desfocar, em alguns casos, a real intenção do criador. Vamos entender um pouco mais sobre o que as imagens podem passar e despertar nossa atenção e decisão sobre sua utilização.

Assim como já vimos, as imagens conseguem trazer diversos tipos de reações, sentimentos variados e sensações diversas. Quando temos a exposição de pessoas, suas expressões mostram sinais de afeto, cansaço, dúvida, raiva, alegria, euforia, etc. Temos uma infinidade de alternativas.

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A “imagem” pode ser classificada como imitadora, enganando e desviando o espectador da real verdade, ela seduz os olhos e estimula positivamente ou não. Mas, em retórica, ela poderia levar ao objetivo com mais dinamismo e conforto, mesmo não sendo tão direta em muitos casos. Cabe ao criador utilizar tudo isso a seu favor para equilibrar sua composição.

Quando se pede para alguém dar significado a uma imagem, essa pessoa se engaja em busca na memória por representações, composições ou situações estabelecidas por experiências focadas às relações de seu cotidiano. Exemplos disso nós conseguimos encontrar nos artigos anteriores.

A imagem apresentada abaixo pode trazer grande desconforto para algumas pessoas que passaram por uma situação de exposição a alguma fatalidade.

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Lógico que isso fica mais evidente neste caso pois estou citando a ocorrência e preocupo você com isso.

A grande preocupação fica a cargo de não conseguirmos captar isso enquanto criamos, às vezes ouvimos pessoas comentando algo do tipo “Isso soa como…” ou “Isso me lembra algo não muito agradável” ou até “Descobri um sentido oposto ao o que você quer passar”.

Devemos sempre tomar cuidado para não fazer uso de imagens que em algum momento possam dar margem a algo negativo, nada que possa estimular maus pensamentos ou até mesmo permitir que o espectador possa lembrar de algo desagradável ou ter uma visão errada do que foi criado.

1. É muito importante mostrar suas composições para outras pessoas e analisar suas reações.

2. Coloquem no papel algumas metas do que deve ser atingido com sua comunicação visual, pense sempre no que a imagem deve transmitir.

3. Caso sua arte seja exibida em recipientes variados, procure reavaliar a criação para não tomar um rumo variado de interpretação, talvez sua imagem de ponta-cabeça possa parecer algo contraditório ao que deseja representar.

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Vale citar que os fotógrafos possuem uma sensibilidade apurada na composição de suas fotos. Eles sempre estão preocupados, resumidamente, com o enquadramento – iluminação e o sentimento que a imagem pode trazer ao espectador. É esse sentimento, aliado às sensações, que torna a imagem interessante.

Tendo uma figura abstrata em exposição, nos desprendemos de qualquer tipo de associação material.

Não é comum encontrar apreciadores desta arte e hoje ela é bastante utilizada como elemento ilustrativo em páginas da web. Sem qualquer pretensão de expressar algo.

É realmente desconfortável identificar ou buscar um significado quando a mesma não possuí nenhuma representatividade em seu universo íntimo.

Quando a imagem possui grande quantidade de informações, é necessário para o usuário um certo tempo, uma pausa para que ele consiga captar e analisar as possibilidades descritivas da imagem.

Não devemos nunca nos esquecer de que a imagem se consiste em ter uma ferramenta de expressão e de comunicação que pode atingir diretamente os olhos do apreciador, antes mesmo da leitura.

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Para que tudo isso não comprometa sua composição como um todo, experimente criar outras imagens que sigam a mesma temática, assim, o usuário cria em sua memória associações que favorecem no não-esquecimento e perda de vínculo com o contexto total do trabalho. Sempre alie essas informações às cores e não mude muito a linha do seu trabalho caso seja realmente importante a memorização.

Pode-se fazer uso de imagens que não fazem parte de nossa lógica, moral e estética rígida. Podemos nos afastar do que é convencional e fazer surgir a parte do homem que menos se expressa: o subconsciente. Imagens ou composições surreais em geral podem ter um grande trunfo pois não precisamos nos prender a gravidade… Podemos voar de emoção ou de êxtase, agarrar os planetas como se fossem bolinhas de gude.

Devemos nos preocupar com pessoas que não conseguem atribuir significados para as imagens com facilidade. Muitas vezes, quando o foco é a grande massa, atribuir composições simples apenas ilustrativas pode ser a melhor solução. O texto sempre ajuda na compreensão e é muito utilizado em campanhas publicitárias.

Uma das coisas mais fascinantes é conseguir um bom resultado sem aplicar textos as imagens:

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Observem ao máximo tudo o que é mostrado nos meios de comunicação, tire suas conclusões e divida com os colegas da área.

por Wellington Carrion

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