andré.santana [webdesign blog]

Olé galera, tudo bem com vocês?

Tem novidade no meu portifolio.

http://www.flickr.com/photos/andre-santana/

Espero que gostem!
=)

Galera, ufa! Estou a praticamente dois anos sem postar nenhuma novidade e tenho o enorme prazer em anunciar que vou voltar a blogar(!), então aguardem mais um pouquinho e em breve estarei contando o que me aconteceu nesses últimos anos. Muitas novidades e supresas, novo portifólio e muito mais.

Quem não quiser esperar pode me acompanhar no Twitter: @andrehsantana

See you guys!

Manter em sua empresa uma boa equipe de profissionais eficientes e motivados não é muito diferente do que fazem os clubes de futebol – para exigir amor à camisa ofereça alguns benefícios em troca.

Não é novidade que a rotatividade dos profissionais de internet é alta. E qual seria o real motivo deste vai-e-vem do mercado? O aspecto financeiro motiva a saída de um profissional. O ambiente da alta rotatividade dentro da empresa também, o que não é novidade. A grande questão é como reduzir o êxodo em massa da sua empresa ou até praticamente zerar este fenômeno.

Com o mercado aquecido, as propostas de contratação aparecem para os bons profissionais e poucos fatores podem fazer um profissional desistir da sua saída. Isso mesmo, desistir, pois sabemos que o mercado funciona na maioria das vezes desta forma: antes de comunicar a saída, o profissional comunica a proposta recebida para, possivelmente, receber uma contra-proposta ainda mais motivadora.

Não vejo isto como algo ruim. Mostra muitas vezes que você tem do seu lado um bom profissional que outras empresas gostariam de somar em suas equipes. É um mundo muito parecido com o do futebol e a semelhança aumenta diante da ida de muitos bons profissionais brasileiros para outros países.

É claro que a comparação tem as suas particularidades, mesmo porque as cifras também são bem diferentes. Mas, assim como no futebol, é clara a necessidade de se formar bons times e não apenas equipes.

É muito importante buscar profissionais criativos, outros com um perfil de análise para colocar o projeto no chão e alertar os criativos na hora certa, um capitão para liderar e motivar internamente a equipe e chamar a responsabilidade e, claro, um bom técnico, com habilidade e desenvoltura para propor inovações e se comunicar com os clientes nos momentos bons e ruins de um projeto.

Parece brincadeira, porém no fundo os times bem sucedidos têm essa fórmula nada mágica, mas realista.

Um bom time precisa estar bem entrosado. Os profissionais devem estar em sintonia, ter um espírito empreendedor, conseguir enxergar além do óbvio, ou, em muitos casos, enxergar pelo menos o óbvio, coisa que não acontece em muitas equipes.

Os times devem ser formados por profissionais com raça, brilho nos olhos, concentrados, que não olham o dia todo para o relógio contando as horas para o dia acabar. Um bom time cria um vínculo de amizade e as difíceis horas extra tornam-se descontraídas e produtivas. Os profissionais que formam bons times sabem a hora de cobrir o outro e carregar responsabilidades que nem sempre são deles. O velho ditado de “uma mão lava a outra” é comum em bons times.

Além disso, duas palavras são muito importantes para se formar bons times: liberdade e liberdade. O profissional tem que sentir que a empresa é parte da equipe, que sabe cobrí-lo quando necessário, até como forma de reconhecimento das vezes em que ele segura “rojões” para a empresa.

Com bons profissionais, que trabalham em sintonia dentro de um time e falam a mesma língua da empresa, a liberdade tende a somar para a produtividade, criatividade e uma duradoura relação entre o profissional e a empresa.

Outro ponto importante é o reconhecimento financeiro, com bônus e reajustes salariais antes das inesperadas e indesejadas propostas, para antecipar aquele momento em que o profissional pede uma conversa reservada, onde nem sempre sabe como justificar o que deseja. Não descuidar deste aspecto pode deixar a empresa na frente na corrida pelo bom profissional.

Estes fatores podem contribuir muito para, ao menos, minimizar a rotatividade dos seus times de trabalho. A combinação destes fatores insere o profissional em um ambiente prazeiroso para desenvolver um bom trabalho, que passa a pensar e a pesar se é mesmo uma boa escolha quebrar sua rotina em um bom ambiente para arriscar algo novo.

Não é uma tarefa fácil para o líder formar um bom time, quando muitos dos bons profissionais já estão em bons times. É como garimpar: demora muito encontrar os profissionais que irão compor o seu time de sucesso. É uma tarefa que não tem fim, mas muito compensadora quando se consegue montar um excelente time.

Por Rafael Cichini

Adobe Flash CS3

A maior habilidade de quem trabalha com Flash é desenvolver um filme bem produzido, com um SWF muito enxuto. Existem várias estratégias que, em conjunto, deixam o seu SWF o mais enxuto possível. Veremos algumas dicas para otimizar seu filme:

  • Não use formas simples (primitivas), procure sempre agrupar as formas. Transforme tudo que for usar mais de uma vez no filme, em símbolos (gráficos, MC e Buttons). Assim é possível uma grande redução. Não faça dois botões que apenas mudem a posição (sobe e desce). Simplesmente use o mesmo símbolo para representar os sentidos com rotação para cada instância. Quando você cria um MovieClip, ele fica na biblioteca de seu filme e o Flash incorpora todos os cálculos vetoriais no SWF final, e cada vez que você usa uma instância desse MovieClip, o Flash apenas “linka” para o item da biblioteca, deixando seu filme mais leve.
  • Importe com o tamanho já finalizado todas as imagens que usar em seu filme. Nunca reescale uma imagem dentro do Flash pois o tamanho em Kbytes continuará o mesmo. Procure sempre deixar as imagens com compactação, mesmo que seja leve. Faça o tratamento de sua imagem fora do Flash, e deixe a resolução até 72 dpi. Acima disso é desperdício, pois não é percebido nos monitores.
  • Sempre que puder, substitua uma imagem por uma forma em vetor. Bitmaps contém muitos Kbytes de informação e aumentam bastante o tamanho do SWF.
  • Nunca “quebre” (converter em curvas) um texto, com raras exceções. Principalmente fontes com muitos detalhes. O vetor final ficará muito complexo e pesado. Na maioria dos casos, o ideal é incluir a fonte em seu SWF. Porém use com cautela. Sempre que usar fontes simples como Arial, Courier ou Times New Roman, procure sempre usar as fontes de dispositivos (_sans, _serif e _typewriter) pois não são incorporadas ao filme.
  • Sempre que tiver um vetor muito complexo, com muitos detalhes, curvas e nós, faça uma limpeza suavizando bordas e eliminando detalhes desnecessários. Quanto mais nós em uma forma, mais pesado fica seu SWF.
  • Reduza ao máximo o uso de sons. Quando necessário, use o formato MP3 e altere o modo de exportação na biblioteca, para o menor tamanho possível, desde que também não comprometa a qualidade mínima aceitável.
  • Sempre que possível, utilize o carregamento dinâmico de imagens, sons e vídeo, carregando-os externamente. Assim é possível reduzir consideravelmente o tamanho de um filme, pois os elementos serão carregados durante a navegação do usuário, evitando um preload demorado.
  • Evite, sempre que possível, o uso de gradientes (degradé). Sendo inevitável, use o menor número de cores que puder.
  • Evite usar Twenning Motion e Shape (principalmente) no filme. Desde que seja possível, troque esses recursos por Action Script, que além de mais flexível e rápido, possibilita uma redução considerável no tamanho do SWF, pois a animação é executada durante a execução do SWF (run-time). Você poderá, inclusive, criar efeitos que interajam com o internauta e não simples animações pré-definidas.
  • Procure usar a ferramenta Ímã (Snap to Objects) para unir todos os pontos de um objeto, pois se estes ficarem separados (abertos), o Flash tem mais trabalho na execução, tendo que fazer vários cálculos desnecessários.
  • Reduza o número de frames desnecessários no filme. Em vários filmes são esquecidos frames inúteis. Além de aumentar o tamanho do arquivo FLA, pode comprometer o processamento do filme e tamanho do SWF também.
  • Analise seu código Action Script e, se houver duplicações, crie funções para executá-las, principalmente quando houver grande quantidade de comandos. Lembre-se sempre que, quanto mais elementos existirem no seu filme, tão maior seu tamanho será.
  • Evite usar “Break apart” em imagens ou use com muito cuidado, pois em muitos casos o tamanho do arquivo acaba ficando maior que a imagem original, mesmo que se elimine as partes desnecessárias da imagem. Isto em função principalmente do número de pixels selecionado. Ao invés disso, faça os devidos cortes em um programa de imagem e importe a imagem já finalizada.
  • Faça filmes objetivos que tenham ligação direta com o site. Muitos desenvolvedores esquecem que o internauta, geralmente, busca informações e não quer perder tempo carregando coisas inúteis, por mais “legais” que possam parecer.
  • Evite animar tudo que existe no filme. Movimentos só devem ser usados, nos itens realmente úteis e que precisam chamar a atenção ou sejam parte fundamental do contexto de seu site.
  • Faça uma limpeza na biblioteca do Fla, eliminando tudo o que não foi usado no filme. Para facilitar, o Flash tem uma função na biblioteca que seleciona automaticamente os itens que não estão sendo utilizados em seu filme. Use a função para destacar os itens e exclua. As versões mais recentes do Flash ignoram automaticamente os itens não utilizados.
  • Divida seu filme principal (SWF) em filmes menores (vários SWF) e chame-os somente quando necessário. Isto agiliza o carregamento, diminui o tamanho da animação e só exibe o que o visitante desejar. Isto possibilita uma perfeita manutenção, agilização e redução no tamanho dos seus filmes.
  • Cuidado com o uso de variáveis. É muito comum para os iniciantes, usar variável para tudo e incluir diversas variáveis para fazer coisas semelhantes que seriam possíveis com a utilização de uma única. Isto é possível com um maior conhecimento de programação. Sempre que não necessitar usar novamente uma variável, delete-a para reduzir o “consumo” de memória RAM do micro. Um número elevado de variáveis pode travar o micro. Isto dependerá, é claro, da configuração de cada equipamento, recursos disponíveis, consumo da memória por programas rodando simultaneamente na máquina e complexidade de seu filme.
  • O Flash possui uma ferramenta poderosa chamada Shared Libraries. Você pode ter uma única biblioteca com elementos que você vá utilizar repetidamente em vários filmes. Cada filme fará um link do objeto para essa biblioteca compartilhada. Esse método é extremamente eficiente ao se trabalhar com fontes, botões, etc, e caso você precise alterar algum elemento, fará apenas uma vez, na biblioteca principal. Leia a documentação do Flash para saber como usar melhor essa ferramenta.
  • Textos escritos como comentários no FLA, não são incluídos no arquivo final SWF, isso porque ele tem por finalidade auxiliar a documentação do código e facilitar sua compreensão posterior. Não se preocupe com isso.
  • Aproveite sempre os efeitos das versões mais recentes. Sempre que precisar usar sombras, efeitos de blur, glow ou blending mode, ao invés de usar bitmaps para isso. Ainda há a vantagem de animar estes efeitos.

É isso aí pessoal. Com esse “pacote” de dicas é possível construir bases de sites completos em Flash com até míseros 60Kb, aproveitando ao máximo a otimização do SWF.

Espero que tenham gostado. Até a próxima!

por Arthur Paredes

Tags: , , ,

O Skype foi lançado para dispositivos móveis, que funcionam com um sistema operacional diferente do Windows Mobile, para o qual o comunicador já possuía uma versão. O aplicativo funciona em quase 50 celulares e disponibiliza serviços de chat, chat em grupo, indicador de presença e recebimento de chamadas de usuários Skype, entre outros.

A ferramenta foi feita em Java e está em versão beta. Entretanto, o programa encontra-se incompleto, já que não disponibiliza suporte ao SkypeOut nem chamadas de Skype para Skype em outros países, exceto por Brasil – Rio de Janeiro – Dinamarca, Estônia, Finlândia, Polônia, Suécia e Reino Unido.

Essa é uma boa notícia para a empresa, que há alguns dias sofreu rumores de que seu atual proprietário, o eBay, poderia vendê-la por sua falta de retorno.

Para fazer o download do aplicativo, acesse skype.com/download/skype/mobile.

Fonte: Geek

Foi divulgado hoje pelo Registro.br que o Comitê Gestor de Internet no Brasil – CGI.br liberou o registro de domínios .COM.BR apenas sob um CPF. Se você não está acreditando falarei com mais clareza. Se você existe como pessoa física neste país, poderá registrar um domínio .com.br, ponto. Esta alteração passa a valer a partir do dia 01/05/2008.

A nota publicada no Registro.br, curta e grossa, diz que esta alteração vale apenas para a TLD .com.br e domínios como .etc.br por exemplo, continuam exigindo CNPJ. Boa novidade para quem fica dependendo de amigos que tem empresa registrada para registrar o próprio domínio. E pena que esta mudança não vai valer para as outras TLD`s.

via Revolução Etc


(Caso não esteva vendo o vídeo clique aqui)

Comentem…

Seja Bem-Vindo!

@andrehsantana

dezembro 2016
S T Q Q S S D
« abr    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

RSS Feeds Deliciosos

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

Flickr!

Cell

Dia do Design

Geometric

Logotipo Pé do Palco // 02

Logotipo Pé do Palco // 01

Mais fotos

Blog Stats

  • 235,142 hits